Pessoal, sei que esse assunto está meio saturado mas, é de extrema importância sabermos prevenir e o que fazer em caso de contato com o vírus...
O vírus da gripe suína é transmitido através do contato direto com o porco infectado. Os casos são mais comuns em populações rurais. Segundo o infectologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Edmilson Migowski, consumir a carne cozida e bem higienizada não oferece riscos.
TRANSMISSÃO - O contágio entre humanos se dá através do contato com a pessoa infectada, pois o vírus não fica em suspensão no ar. “O contágio ocorre quando a pessoa infectada tosse ou espirra e as gotículas de saliva atingem outra pessoa. Além disso, o contato com as mãos da pessoa doente também pode transmitir a gripe suína”, informou a infectologista Andréia D´Ávila Freitas.
COMO EVITAR - Usar sempre lenço ao assoar o nariz e tossir, estar com as mãos sempre limpas, estar a uma distância maior do que 90 centímetros da pessoa infectada.
SINTOMAS - Febre repentina, superior a 38 graus, acompanhada de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse, dificuldade respiratória, dor de cabeça, musculares e nas articulações. Pessoas que preencham a definição e que vieram do México ou das áreas afetadas nos Estados Unidos e no Canadá, nos últimos 10 dias, devem procurar atendimento médico e informar o roteiro de viagem.
TRATAMENTO - O tratamento é feito, normalmente, através de medicamentos antivirais.
DISQUE-SAÚDE
Atendentes do Disque-Saúde (0800 61 1997) podem tirar mais dúvidas.
VACINA - Ainda não existe uma vacina contra esse tipo de gripe. A dose contra a gripe sazonal (aplicada anualmente em idosos) protege apenas contra a gripe humana. Medicamentos podem tratar paciente com a doença.
VIAGEM CANCELADA: REEMBOLSO
O Código de Defesa do Consumidor garante ao passageiro receber de volta o valor total que pagou à empresa de turismo, caso desista de viajar pelo risco de contágio. “Outra opção é trocar por nova data ou novo destino”, diz o advogado Bruno Pinho Gomes.
Alguém, em algum canto do mundo está sempre olhando para nós! Criei esse blog para dividir as artimanhas do dia-a-dia e facilitar a vida dos fofoqueiros de plantão, além de semear um mundo melhor, começando por nós.
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29 de abr. de 2009
28 de abr. de 2009
GRIPE SUÍNA NO RIO: 2 CASOS SOB VIGILÂNCIA
A gripe suína — que já contabiliza cerca de 2 mil casos em cinco países e pode ter causado 149 mortes no México — chegou à Europa. Ontem, Espanha e Escócia confirmaram casos da doença, assim como já havia ocorrido nos EUA e no Canadá. Preocupada com a rápida disseminação do vírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) elevou ontem o nível de alerta de 3 para 4, o que significa que o risco de pandemia (epidemia mundial) aumentou. O grau máximo é 6, mas o nível 5 já autoriza fechamento de fronteiras, caso autoridades julguem necessário.
No Brasil, o Ministério da Saúde acompanha a saúde de 11 pessoas que chegaram de áreas afetadas com sintomas da gripe suína: dois no Rio, três em Minas, dois no Amazonas, dois no Rio Grande do Norte, um no Pará e outro em São Paulo. A Secretaria de Saúde de São Paulo descartou o diagnóstico para um segundo paciente internado no Hospital Emílio Ribas, na capital. Ele tinha sinusite.
Nenhum caso preenche, no entanto, a definição de “caso suspeito”. O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que intensificou o controle nas fronteiras e acusou o México de ter demorado a notificar o Brasil. Ontem, no entanto, passageiros que chegaram do México ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, afirmaram não ter recebido qualquer orientação no voo ou no desembarque. Apenas um aviso sonoro era feito no terminal. Diariamente, cerca de 7 mil pessoas chegam ao Brasil vindos do México e EUA.
“Não recebemos qualquer recomendação no Brasil. No voo do México até Santiago, no Chile, usamos máscaras. Lá, passamos por tela que identifica alterações de temperatura e recebemos panfleto informando que os que tivessem febre não poderiam entrar. Mas aqui no Rio, nada”, conta o agente de viagem mexicano Urs Kamm, 55 anos, que chegou com outros 11 mexicanos ao Rio.
Agora fica a pergunta: o que o Ministério da Saúde e a ANVISA estão esperando para tomar medidas sérias?
A população segue com medo...
Isso é Brasil!
No Brasil, o Ministério da Saúde acompanha a saúde de 11 pessoas que chegaram de áreas afetadas com sintomas da gripe suína: dois no Rio, três em Minas, dois no Amazonas, dois no Rio Grande do Norte, um no Pará e outro em São Paulo. A Secretaria de Saúde de São Paulo descartou o diagnóstico para um segundo paciente internado no Hospital Emílio Ribas, na capital. Ele tinha sinusite.
Nenhum caso preenche, no entanto, a definição de “caso suspeito”. O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que intensificou o controle nas fronteiras e acusou o México de ter demorado a notificar o Brasil. Ontem, no entanto, passageiros que chegaram do México ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, afirmaram não ter recebido qualquer orientação no voo ou no desembarque. Apenas um aviso sonoro era feito no terminal. Diariamente, cerca de 7 mil pessoas chegam ao Brasil vindos do México e EUA.
“Não recebemos qualquer recomendação no Brasil. No voo do México até Santiago, no Chile, usamos máscaras. Lá, passamos por tela que identifica alterações de temperatura e recebemos panfleto informando que os que tivessem febre não poderiam entrar. Mas aqui no Rio, nada”, conta o agente de viagem mexicano Urs Kamm, 55 anos, que chegou com outros 11 mexicanos ao Rio.
Agora fica a pergunta: o que o Ministério da Saúde e a ANVISA estão esperando para tomar medidas sérias?
A população segue com medo...
Isso é Brasil!
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