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23 de jul. de 2009

Twitter

Pessoal,
Como isso ainda é muita novidade para a Rosinha, estou aqui - invandindo o blog dela - para dizer que a última dela é uma conta no Twitter.



Ela é a mais nova celebridade e aderir o serviço de microblog que é a segunda febre da maior repercussão na atualidade, perdendo apenas para a Gripe Suína.

E ela já atualizou o layout do blog, incluindo no seu menu esquerdo um gadget com as últimas "tuitadas" dela.

A única coisa que ela pede para vocês, é que apertem o botão follow, para começarem a seguir a @rosinhatalayer.

Abraços

28 de abr. de 2009

GRIPE SUÍNA NO RIO: 2 CASOS SOB VIGILÂNCIA

A gripe suína — que já contabiliza cerca de 2 mil casos em cinco países e pode ter causado 149 mortes no México — chegou à Europa. Ontem, Espanha e Escócia confirmaram casos da doença, assim como já havia ocorrido nos EUA e no Canadá. Preocupada com a rápida disseminação do vírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) elevou ontem o nível de alerta de 3 para 4, o que significa que o risco de pandemia (epidemia mundial) aumentou. O grau máximo é 6, mas o nível 5 já autoriza fechamento de fronteiras, caso autoridades julguem necessário.

No Brasil, o Ministério da Saúde acompanha a saúde de 11 pessoas que chegaram de áreas afetadas com sintomas da gripe suína: dois no Rio, três em Minas, dois no Amazonas, dois no Rio Grande do Norte, um no Pará e outro em São Paulo. A Secretaria de Saúde de São Paulo descartou o diagnóstico para um segundo paciente internado no Hospital Emílio Ribas, na capital. Ele tinha sinusite.
Nenhum caso preenche, no entanto, a definição de “caso suspeito”. O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que intensificou o controle nas fronteiras e acusou o México de ter demorado a notificar o Brasil. Ontem, no entanto, passageiros que chegaram do México ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, afirmaram não ter recebido qualquer orientação no voo ou no desembarque. Apenas um aviso sonoro era feito no terminal. Diariamente, cerca de 7 mil pessoas chegam ao Brasil vindos do México e EUA.
“Não recebemos qualquer recomendação no Brasil. No voo do México até Santiago, no Chile, usamos máscaras. Lá, passamos por tela que identifica alterações de temperatura e recebemos panfleto informando que os que tivessem febre não poderiam entrar. Mas aqui no Rio, nada”, conta o agente de viagem mexicano Urs Kamm, 55 anos, que chegou com outros 11 mexicanos ao Rio.

Agora fica a pergunta: o que o Ministério da Saúde e a ANVISA estão esperando para tomar medidas sérias?

A população segue com medo...

Isso é Brasil!

27 de abr. de 2009

Gripe Suína - Informe-se

A gripe suína é uma doença respiratória dos porcos, causados pelo vírus da influenza tipo A, que provoca casos comuns da moléstia nesses animais. Esses vírus podem deixar os animais gravemente enfermos, mas as taxas de mortalidade são baixas. O vírus da gripe suína clássico (H1N1, tipo A) foi isolado pela primeira vez em 1930 e, segundo a OMS, existem outros subtipos de vírus.
A OMS explica que os porcos podem ser infectados também por vírus de gripe aviária e gripe humana, além da gripe suína. Algumas vezes os porcos podem ser infectados com mais de um tipo de vírus ao mesmo tempo, o que faz com que os genes de tais vírus se misturem. Esta troca de genes pode resultar em um vírus de gripe contendo genes de um número diferente de fontes, chamado de vírus "reclassificado". Segundo a OMS, embora os vírus de gripe suína sejam normalmente espécies específicas e somente infectem porcos, por vezes cruzam barreiras entre espécies e causam doenças em humanos. De acordo com a OMS, os casos confirmados de gripe suína em humanos, isolados no México e nos Estados Unidos, foram causados por um novo subtipo do vírus, segundo a OMS. A OMS explica que o consumo de carne de porco ou derivados não traz risco de contágio, desde que preparados de maneira adequada, pois o cozimento da carne a uma temperatura acima de 70ºC elimina os vírus, bem como outras doenças.
O vírus da gripe suína pode se transmitir de porcos para pessoas e de pessoas para porcos. As infecções em humanos são mais comuns em pessoas com contato direto com os animais, mas também pode ocorrer a transmissão de humano para humano. Acredita-se que esta última ocorra em situações similares às da gripe convencional, através por exemplo de espirros de uma pessoa infectada.Os sintomas da gripe suína são similares aos de uma gripe convencional, como febre, moleza, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína apresentaram também coriza, dor de garganta, náuseas, vômito e diarreia. Para o diagnóstico da gripe suína em humanos, deve ser realizado um teste com secreção do aparelho respiratório nos primeiros quatro ou cinco dias do surgimento da enfermidade. Esse período de início da infecção, aliás, é quando a pessoa tem maior probabilidade de disseminar o vírus. Porém algumas pessoas, especialmente crianças, podem propagar a doença durante dez dias ou mais.

A Organização Mundia de Saúde aponta que, para se proteger, devem ser tomadas medidas como evitar o contato com pessoas que apresentam os sintomas, entre eles febre e tosse; lavar as mãos com sabão frequentemente; manter hábitos de saúde adequados, como comer bem, realizar atividades físicas e ter uma alimentação saudável. Caso haja algum doente em casa, a entidade recomenda manter o paciente em uma área isolada, ou pelo menos manter a pessoa a um metro de distância do restante dos moradores. Quando alguém for cuidar da pessoa, recomenda-se que se cubra a boca e o nariz com máscaras limpas. Após o contato, é importante lavar as mãos com sabão. Deve-se manter o local onde está o doente arejado e a casa limpa.
A OMS recomenda que as pessoas com sintomas que podem ser da gripe suína não sigam para a escola ou o trabalho e evitem multidões. Além disso, é necessário repouso e ingestão de líquidos. É recomendado também que a pessoa cubra sua mão e o nariz quando for espirrar. É preciso lavar as mãos com frequência, especialmente após espirrar ou assoar o nariz. Em caso de suspeita, é preciso procurar um médico e informá-lo da razão da suspeita, como por exemplo uma recente viagem a um país com casos registrados.Ao menos 110 pessoas já morreram no México com suspeita de gripe suína. Nesta segunda, a Espanha confirmou o primeiro caso de gripe suína na Europa. Vinte casos foram confirmados nos Estados Unidos. Hoje, a OMS antecipou uma reunião para discutir mudança no nível de alerta de risco de deflagração da gripe suína. O comitê deverá examinar se a OMS deverá elevar o grau de risco do potencial de a gripe se transformar em uma pandemia do atual nível três para o nível quatro, que indicaria um "aumento significativo no risco de uma pandemia".