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18 de jun. de 2009

O casamento, o passaporte e Arlindo Cruz

Quem me conhece, sabe.
Amo samba e sou FÃ do Arlindo Cruz. Sempre gostei.
Quando casei, entrei em contato com a empresária dele para contratá-lo. Queria um show no meu casamento. Era o MEU PRESENTE.
Expliquei que era fã e o que queria.
Ela me deu o preço.
Quando eu disse: -Ok, eu quero. Ela disse que ele não tocava em casamento e ponto.
Implorei, disse que era fã, que era meu sonho, que a casa de festas era famosa...mas nada colou.
Mandei um e-mail da empresa onde trabalho para ela ver que eu era uma pessoa séria e ela "andou e andou"...
Fiquei muito triste, arrasada, diria...
Tinha que falar com ele...
Bem, semana passada, fui renovar meu passaporte e quem encontro?
Ele mesmo, Arlindo Cruz.
Fiquei nervosa, tremia.
Me chamaram. Era a minha vez.
Ai, meu Deus...como eu queria falar com ele.
Deu tempo...
Falei com ele, desabafei.
Ele, muito simpático, disse que não soube e explicou por que não fazia casamento.
Agora, sou mais fão dele ainda.
Ele me deu atenção, perdeu tempo e ouviu meus lamentos.
VIVA ARLINDO CRUZ!!!

28 de abr. de 2009

GRIPE SUÍNA NO RIO: 2 CASOS SOB VIGILÂNCIA

A gripe suína — que já contabiliza cerca de 2 mil casos em cinco países e pode ter causado 149 mortes no México — chegou à Europa. Ontem, Espanha e Escócia confirmaram casos da doença, assim como já havia ocorrido nos EUA e no Canadá. Preocupada com a rápida disseminação do vírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) elevou ontem o nível de alerta de 3 para 4, o que significa que o risco de pandemia (epidemia mundial) aumentou. O grau máximo é 6, mas o nível 5 já autoriza fechamento de fronteiras, caso autoridades julguem necessário.

No Brasil, o Ministério da Saúde acompanha a saúde de 11 pessoas que chegaram de áreas afetadas com sintomas da gripe suína: dois no Rio, três em Minas, dois no Amazonas, dois no Rio Grande do Norte, um no Pará e outro em São Paulo. A Secretaria de Saúde de São Paulo descartou o diagnóstico para um segundo paciente internado no Hospital Emílio Ribas, na capital. Ele tinha sinusite.
Nenhum caso preenche, no entanto, a definição de “caso suspeito”. O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, afirmou que intensificou o controle nas fronteiras e acusou o México de ter demorado a notificar o Brasil. Ontem, no entanto, passageiros que chegaram do México ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, afirmaram não ter recebido qualquer orientação no voo ou no desembarque. Apenas um aviso sonoro era feito no terminal. Diariamente, cerca de 7 mil pessoas chegam ao Brasil vindos do México e EUA.
“Não recebemos qualquer recomendação no Brasil. No voo do México até Santiago, no Chile, usamos máscaras. Lá, passamos por tela que identifica alterações de temperatura e recebemos panfleto informando que os que tivessem febre não poderiam entrar. Mas aqui no Rio, nada”, conta o agente de viagem mexicano Urs Kamm, 55 anos, que chegou com outros 11 mexicanos ao Rio.

Agora fica a pergunta: o que o Ministério da Saúde e a ANVISA estão esperando para tomar medidas sérias?

A população segue com medo...

Isso é Brasil!